Versões Cânticos de Salomão 2 Livros

Corr. e Rev. Fiel

Rev. Impr. Bíblica

N. V. Internacional

S. Bíb. Britânica

V. Católica

1  Eu sou a rosa de Sarom, o lírio dos vales.

1  Eu sou a rosa de Sarom, o lírio dos vales.

1  Sou uma flor de Sarom, um lírio dos vales.

1  Eu sou um narciso de Sarom, Uma açucena dos vales.

1  sou o narciso de Saron, o lírio dos vales.

2  Qual o lírio entre os espinhos, tal é meu amor entre as filhas.

2  Qual o lírio entre os espinhos, tal é a minha amada entre as filhas.

2  Como um lírio entre os espinhos é a minha amada entre as jovens.

2  Qual uma açucena entre espinhos, Tal é a minha amada entre as mulheres.

2  - Como o lírio entre os espinhos, assim é minha amiga entre as jovens.

3  Qual a macieira entre as árvores do bosque, tal é o meu amado entre os filhos; desejo muito a sua sombra, e debaixo dela me assento; e o seu fruto é doce ao meu paladar.

3  Qual a macieira entre as árvores do bosque, tal é o meu amado entre os filhos; com grande gozo sentei-me à sua sombra; e o seu fruto era doce ao meu paladar.

3  Como uma macieira entre as árvores da floresta é o meu amado entre os jovens. Tenho prazer em sentar-me à sua sombra; o seu fruto é doce ao meu paladar.

3  Qual a macieira entre as árvores do bosque, Tal é o meu amado entre os homens. Sento-me com grande gozo à sua sombra, E o seu fruto é doce ao meu paladar.

3  - Como a macieira entre as árvores da floresta, assim é o meu amado entre os jovens; gosto de sentar-me à sua sombra, e seu fruto é doce à minha boca.

4  Levou-me à casa do banquete, e o seu estandarte sobre mim era o amor.

4  Levou-me à sala do banquete, e o seu estandarte sobre mim era o amor.

4  Ele me levou ao salão de banquetes, e o seu estandarte sobre mim é o amor.

4  Leva-me ele à sala do banquete, E o seu estandarte sobre mim é o amor.

4  Ele introduziu-me num celeiro, e o estandarte, que levanta sobre mim, é o amor.

5  Sustentai-me com passas, confortai-me com maçãs, porque desfaleço de amor.

5  Sustentai-me com passas, confortai-me com maçãs, porque desfaleço de amor.

5  Por favor, sustentem-me com passas, revigorem-me com maçãs, pois estou doente de amor.

5  Sustentai-me com passas, Confortai-me com maçãs, Pois desfaleço de amor.

5  Restaurou-me com tortas de uvas, fortaleceu-me com maçãs, porque estou enferma de amor.

6  A sua mão esquerda esteja debaixo da minha cabeça, e a sua mão direita me abrace.

6  A sua mão esquerda esteja debaixo da minha cabeça, e a sua mão direita me abrace.

6  O seu braço esquerdo esteja debaixo da minha cabeça, e o seu braço direito me abrace.

6  A sua mão esquerda está debaixo da minha cabeça, E a sua direita me abraça.

6  Sua mão esquerda está sob minha cabeça, e sua direita abraça-me.

7  Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, pelas gazelas e cervas do campo, que não acordeis nem desperteis o meu amor, até que queira.

7  Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, pelas gazelas e cervas do campo, que não acordeis nem desperteis o amor, até que ele o queira.

7  Mulheres de Jerusalém, eu as faço jurar pelas gazelas e pelas corças do campo: não despertem nem provoquem o amor enquanto ele não o quiser.

7  Eu vos conjuro, filhas de Jerusalém, Pelas veadas e pelas gazelas do campo, Que não acordeis nem desperteis o amor, Até que queira.

7  - Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, pelas gazelas e corças dos campos, que não desperteis nem perturbeis o amor, antes que ele o queira.

8  Esta é a voz do meu amado; ei-lo aí, que já vem saltando sobre os montes, pulando sobre os outeiros.

8  A voz do meu amado! eis que vem aí, saltando sobre os montes, pulando sobre os outeiros.

8  Escutem! É o meu amado! Vejam! Aí vem ele, saltando pelos montes, pulando sobre as colinas.

8  É a voz do meu amado! eis que ele vem, Saltando sobre os montes, pulando sobre os outeiros.

8  - Oh, esta é a voz do meu amado! Ei-lo que aí vem, saltando sobre os montes, pulando sobre as colinas.

9  O meu amado é semelhante ao gamo, ou ao filho do veado; eis que está detrás da nossa parede, olhando pelas janelas, espreitando pelas grades.

9  O meu amado é semelhante ao gamo, ou ao filho do veado; eis que está detrás da nossa parede, olhando pelas janelas, lançando os olhos pelas grades.

9  O meu amado é como uma gazela, como um cervo novo. Vejam! Lá está ele atrás do nosso muro, observando pelas janelas, espiando pelas grades.

9  O meu amado é como o veado ou filho da gazela: Eis que está por detrás da nossa parede, Olha pelas janelas, Lança os olhos pelas grades.

9  Meu amado é como a gazela e como um cervozinho. Ei-lo atrás de nossa parede. Olho pela janela, espreito pelas grades.

10  O meu amado fala e me diz: Levanta-te, meu amor, formosa minha, e vem.

10  Fala o meu amado e me diz: Levanta-te, amada minha, formosa minha, e vem.

10  O meu amado falou e me disse: Levante-se, minha querida, minha bela, e venha comigo.

10  Falou o meu amado, e disse-me: Levanta-te, amada minha, formosa minha, e vem.

10  Meu bem-amado disse-me: Levanta-te, minha amiga, vem, formosa minha.

11  Porque eis que passou o inverno; a chuva cessou, e se foi;

11  Pois eis que já passou o inverno; a chuva cessou, e se foi;

11  Veja! O inverno passou; as chuvas acabaram e já se foram.

11  Pois, eis que já passou o inverno, Já se foi e cessou a chuva.

11  Eis que o inverno passou, cessaram e desapareceram as chuvas.

12  Aparecem as flores na terra, o tempo de cantar chega, e a voz da rola ouve-se em nossa terra.

12  aparecem as flores na terra; já chegou o tempo de cantarem as aves, e a voz da rola ouve-se em nossa terra.

12  Aparecem flores sobre a terra, e chegou o tempo de cantar; já se ouve em nossa terra o arrulhar dos pombos.

12  As flores aparecem na terra: Já chegou o tempo de cantarem as aves, E a voz da rola ouve-se na nossa terra.

12  Apareceram as flores na nossa terra, voltou o tempo das canções. Em nossas terras já se ouve a voz da rola.

13  A figueira já deu os seus figos verdes, e as vides em flor exalam o seu aroma; levanta-te, meu amor, formosa minha, e vem.

13  A figueira começa a dar os seus primeiros figos; as vides estão em flor e exalam o seu aroma. Levanta-te, amada minha, formosa minha, e vem.

13  A figueira produz os primeiros frutos; as vinhas florescem e espalham sua fragrância. Levante-se, venha, minha querida; minha bela, venha comigo.

13  A figueira começa a dar os seus primeiros figos, E as vides estão em flor, Elas emitem a sua fragrância. Levanta-te, amada minha, formosa minha, e vem.

13  A figueira já começa a dar os seus figos, e a vinha em flor exala o seu perfume; levanta-te, minha amada, formosa minha, e vem.

14  Pomba minha, que andas pelas fendas das penhas, no oculto das ladeiras, mostra-me a tua face, faze-me ouvir a tua voz, porque a tua voz é doce, e a tua face graciosa.

14  Pomba minha, que andas pelas fendas das penhas, no oculto das ladeiras, mostra-me o teu semblante faze-me ouvir a tua voz; porque a tua voz é doce, e o teu semblante formoso.

14  Minha pomba que está nas fendas da rocha, nos esconderijos, nas encostas dos montes, mostre-me o seu rosto, deixe-me ouvir a sua voz; pois a sua voz é suave, e o seu rosto é lindo.

14  Pomba minha, que andas pelas fendas do penhasco, pelo esconderijo das ladeiras, Mostra-me o teu rosto, e faze-me ouvir a tua voz; Porque a tua voz é doce, e o teu rosto formoso.

14  Minha pomba, oculta nas fendas do rochedo, e nos abrigos das rochas escarpadas, mostra-me o teu rosto, faze-me ouvir a tua voz. Tua voz é tão doce, e delicado teu rosto!

15  Apanhai-nos as raposas, as raposinhas, que fazem mal às vinhas, porque as nossas vinhas estão em flor.

15  Apanhai-nos as raposas, as raposinhas, que fazem mal às vinhas; pois as nossas vinhas estão em flor.

15  Apanhem para nós as raposas, as raposinhas que estragam as vinhas, pois as nossas vinhas estão floridas.

15  Apanhai-nos as raposas, as pequenas raposas que fazem mal às vinhas; Pois as nossas vinhas estão em flor.

15  - Apanhai-nos as raposas, essas pequenas raposas que devastam nossas vinhas, pois nossas vinhas estão em flor.

16  O meu amado é meu, e eu sou dele; ele apascenta o seu rebanho entre os lírios.

16  O meu amado é meu, e eu sou dele; ele apascenta o seu rebanho entre os lírios.

16  O meu amado é meu, e eu sou dele; ele pastoreia entre os lírios.

16  O meu amado é meu, e eu sou dele; Ele apascenta o seu rebanho entre as açucenas.

16  - Meu bem-amado é para mim e eu para ele; ele apascenta entre os lírios.

17  Até que refresque o dia, e fujam as sombras, volta, amado meu; faze-te semelhante ao gamo ou ao filho dos veados sobre os montes de Beter.

17  Antes que refresque o dia, e fujam as sombras, volta, amado meu, e faze-te semelhante ao gamo ou ao filho dos veados sobre os montes de Beter.

17  Volte, amado meu, antes que rompa o dia e fujam as sombras, e seja como a gazela ou como o cervo novo nas colinas escarpadas.

17  Antes que refresque o dia e fujam as sombras, Volta, meu amado, e faze-te como o veado ou o filho da gazela, Sobre o monte de Beter.

17  Antes que sopre a brisa do dia, e se estendam as sombras, volta, ó meu amado, como a gazela, ou o cervozinho sobre os montes escarpados.

 
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