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Rev. Impr. Bíblica

N. V. Internacional

S. Bíb. Britânica

V. Católica

A construção do templo começa

1  E começou Salomão a edificar a casa do SENHOR em Jerusalém, no monte Moriá, onde o SENHOR aparecera a Davi seu pai, no lugar que Davi tinha preparado na eira de Ornã, o jebuseu.

1  Então Salomão começou a edificar a casa do Senhor em Jerusalém, no monte Moriá, onde o Senhor aparecera a Davi, seu pai, no lugar que Davi tinha preparado na eira de Ornã, o jebuseu.

1  Então Salomão começou a construir o templo do Senhor em Jerusalém, no monte Moriá, onde o Senhor havia aparecido a seu pai Davi, na eira de Araúna, o jebuseu. Local providenciado por Davi.

1  Salomão começou a edificar a casa de Jeová em Jerusalém no monte Moriá, onde Jeová apareceu a Davi, seu pai, no lugar que tinha preparado Davi na eira de Ornã jebuseu.

1  Salomão começou a construção do templo do Senhor, em Jerusalém, no monte Mória, para isso designado por Davi, seu pai, no mesmo lugar que Davi preparara, na eira de Ornã, o jebuseu.

2  E começou a edificar no segundo mês, no segundo dia, no ano quarto do seu reinado.

2  Começou a edificar no segundo dia do segundo mês, no quarto ano do seu reinado.

2  Ele começou a construir no segundo dia do segundo mês do quarto ano de seu reinado.

2  Começou a edificar no segundo dia do segundo mês, no quarto ano do seu reinado.

2  Foi no segundo dia do segundo mês, no quarto ano de seu reinado, que iniciou a obra.

3  E estes foram os fundamentos que Salomão pôs para edificar a casa de Deus: o comprimento em côvados, segundo a primeira medida, era de sessenta côvados, e a largura de vinte côvados.

3  Estes foram os fundamentos que Salomão pôs para edificar a casa de Deus. O comprimento em côvados, segundo a primitiva medida, era de sessenta côvados, e a largura de vinte côvados:

3  Os alicerces que Salomão lançou para o templo de Deus tinham vinte e sete metros de comprimento e nove metros de largura, pela medida antiga.

3  Estes são os alicerces que Salomão lançou para a edificação da casa de Deus. O comprimento em cúbitos segundo a primitiva medida era de sessenta cúbitos e a largura de vinte cúbitos.

3  Estes são os fundamentos determinados por Salomão para a construção do templo: de comprimento, sessenta côvados, segundo a antiga medida; de largura, vinte côvados.

4  E o pátio, que estava na frente, tinha vinte côvados de comprimento, segundo a largura da casa, e a altura era de cento e vinte; e por dentro o revestiu com ouro puro.

4  O pórtico que estava na frente tinha vinte côvados de comprimento, correspondendo à largura da casa, e a altura era de cento e vinte; e por dentro o revestiu de ouro puro.

4  O pórtico da entrada do templo tinha nove metros de largura e nove metros de altura. Ele revestiu de ouro puro o seu interior.

4  O pórtico que estava defronte da casa tinha de comprimento vinte cúbitos, correspondendo à largura da casa, e de altura cento e vinte cúbitos; e por dentro o cobriu com ouro puro.

4  O pórtico, que se achava no frontispício, e cujo comprimento correspondia à largura do edifício, tinha vinte côvados, e vinte de altura. Era revestido de ouro puro por dentro.

5  E a casa grande forrou com madeira de faia; e então a revestiu com ouro fino; e fez sobre ela palmas e cadeias.

5  A câmara maior forrou com madeira de cipreste e a cobriu de ouro fino, no qual gravou palmas e cadeias.

5  Recobriu de pinho o átrio principal, revestiu-o de ouro puro e o decorou com desenhos de tamareiras e correntes.

5  Também fez forrar de madeira de cipreste a casa maior, e a cobriu de ouro puro, e gravou nela palmas e cadeiazinhas.

5  A grande sala foi forrada de ciprestes; ele a guarneceu de ouro puro nos lugares em que estavam esculpidas as palmas e as pequenas cadeias.

6  Também a casa adornou de pedras preciosas, para ornamento; e o ouro era ouro de Parvaim.

6  Para ornamento guarneceu a câmara de pedras preciosas; e o ouro era ouro de Parvaim.

6  Ornamentou o templo com pedras preciosas. O ouro utilizado era de Parvaim.

6  Para beleza guarneceu a casa de pedras preciosas; e o ouro era de Parvaim.

6  Ornou esta sala com pedras preciosas; o ouro era de Parvaim.

7  Também na casa revestiu, com ouro, as traves, os umbrais, as suas paredes e as suas portas; e lavrou querubins nas paredes.

7  Também revestiu de ouro as traves e os umbrais, bem como as paredes e portas da câmara, e lavrou querubins nas paredes.

7  Também revestiu de ouro as vigas do forro, os batentes, as paredes e as portas do templo, e esculpiu querubins nas paredes.

7  Com ouro cobriu também a casa, as suas traves, os seus humbrais, as suas paredes e as suas portas; e fez esculpir querubins nas paredes.

7  O rei revestiu de ouro a sala: traves, umbrais, paredes e portas; nas paredes mandou esculpir querubins.

8  Fez mais a casa do lugar santíssimo, cujo comprimento, segundo a largura da casa, era de vinte côvados, e também a largura de vinte côvados; e revestiu-a de ouro fino, do peso de seiscentos talentos.

8  Fez também a câmara santíssima, cujo comprimento era de vinte côvados, correspondendo à largura da casa, e a sua largura era de vinte côvados; e a revestiu de ouro fino, do peso de seiscentos talentos.

8  Fez o Lugar Santíssimo, com nove metros de comprimento e nove metros de largura, igual à largura do templo. Revestiu de vinte e uma toneladas de ouro puro o seu interior.

8  Fez a casa do santo dos santos, cujo comprimento era de vinte cúbitos, correspondendo à largura da casa, e a largura de vinte cúbitos; e cobriu-a de ouro fino, do peso de seiscentos talentos.

8  Fez também a construção da sala do Santo dos Santos, cujo comprimento, igual à largura do edifício, era de vinte côvados. O valor do ouro fino, com que o recobriu, era de seiscentos talentos.

9  O peso dos pregos era de cinqüenta siclos de ouro; e as câmaras cobriu de ouro.

9  O peso dos pregos era de cinqüenta siclos de ouro. Também revestiu de ouro os cenáculos.

9  Os pregos de ouro pesavam seiscentos gramas. Também revestiu de ouro as salas superiores.

9  O peso dos pregos era de cinqüenta siclos de ouro. Cobriu com ouro as câmaras superiores.

9  Mesmo os pregos eram de ouro e pesavam cinqüenta siclos. Revestiu igualmente de ouro os aposentos.

Os dois querubins

10  Também fez na casa do lugar santíssimo dois querubins de obra móvel, e cobriu-os de ouro.

10  Também fez na câmara santíssima dois querubins de madeira, e os cobriu de ouro.

10  No Lugar Santíssimo esculpiu e revestiu de ouro dois querubins,

10  Na casa do santo dos santos fez dois querubins, de obra de madeira, e cobriram-nos de ouro.

10  Para o interior do Santo dos Santos, mandou esculpir dois querubins e os revestiu de ouro.

11  E, quanto às asas dos querubins, o seu comprimento era de vinte côvados; a asa de um deles, de cinco côvados, e tocava na parede da casa; e a outra asa de cinco côvados, e tocava na asa do outro querubim.

11  As asas dos querubins tinham vinte côvados de comprimento: uma asa de um deles, tendo cinco côvados, tocava na parede da casa, e a outra asa, tendo também cinco côvados, tocava na asa do outro querubim;

11  os quais, de asas abertas, mediam juntos nove metros. Cada asa, de dois metros e vinte e cinco centímetros, tocava, de um lado, na parede do templo,

11  As asas dos querubins tinham de comprimento vinte cúbitos. A asa dum querubim tinha cinco cúbitos, e tocava na parede da casa; e a outra asa que igualmente tinha cinco cúbitos, tocava na asa do outro querubim.

11  O comprimento de suas asas era de vinte côvados; uma asa do primeiro, de cinco côvados de comprimento, tocava a parede da sala, e outra, de cinco côvados, tocava a asa do segundo querubim.

12  Também a asa do outro querubim era de cinco côvados, e tocava na parede da casa; era também a outra asa de cinco côvados, que tocava na asa do outro querubim.

12  também a asa deste querubim, tendo cinco côvados, tocava na parede da casa, e a outra asa, tendo igualmente cinco côvados, estava unida à asa do primeiro querubim.

12  e do outro lado, na asa do outro querubim.

12  A asa do outro querubim tinha cinco cúbitos, e tocava na parede da casa; e a outra asa tinha igualmente cinco cúbitos, e estava unida à asa do outro querubim.

12  Uma asa do segundo querubim, de cinco côvados de comprimento, tocava a parede da sala, e a outra, de cinco côvados de comprimento, tocava a asa do primeiro.

13  E as asas destes querubins se estendiam vinte côvados; e estavam postos em pé, e os seus rostos virados para a casa.

13  Assim as asas destes querubins se estendiam por vinte côvados; eles estavam postos em pé, com os rostos virados para a câmara.

13  Assim os querubins, com asas que se estendiam por nove metros, estavam de pé, de frente para o átrio principal.

13  As asas destes querubins estendiam-se por vinte cúbitos; eles estavam postos em pé, e os seus rostos virados para a casa.

13  Assim, a envergadura das asas destes querubins era de vinte côvados. Sustentavam-se sobre seus pés, com o rosto voltado para a sala.

14  Também fez o véu de azul, púrpura, carmesim e linho fino; e pôs sobre ele querubins;

14  Também fez o véu de azul, púrpura, carmesim e linho fino; e fez bordar nele querubins.

14  Ele fez o véu de tecido azul, roxo, vermelho e linho fino com querubins desenhados nele.

14  Fez o véu de azul, púrpura, carmesim e de linho fino, e fez bordar nele querubins.

14  O rei mandou fazer uma cortina em púrpura violeta, carmesim e linho fino, e nela mandou bordar querubins.

As duas colunas

15  Fez também, diante da casa, duas colunas de trinta e cinco côvados de altura; e o capitel, que estava sobre cada uma, era de cinco côvados.

15  Diante da casa fez duas colunas de trinta e cinco côvados de altura; e o capitel que estava sobre cada uma era de cinco côvados.

15  Fez na frente do templo duas colunas, que juntas tinham dezesseis metros, cada uma tendo em cima um capitel com dois metros e vinte e cinco centímetros.

15  Também fez diante da casa duas colunas que tinham trinta e cinco cúbitos de altura, e o capitel que estava em cima de cada uma delas tinha cinco cúbitos.

15  Diante do edifício, levantou duas colunas de trinta e cinco côvados de altura, tendo no alto um capitel de cinco côvados.

16  Também fez cadeias no oráculo, e as pós sobre as cabeças das colunas; fez também cem romãs, as quais pôs entre as cadeias.

16  Também fez cadeias no oráculo, e as pôs sobre o alto das colunas; fez também cem romãs, as quais pôs nas cadeias.

16  E fez correntes entrelaçadas e colocou-as no alto das colunas. Fez também cem romãs, colocando-as nas correntes.

16  Fez cadeiazinhas na forma de colar, pondo-as sobre as sumidades das colunas; também fez cem romãs, que pôs nas cadeiazinhas.

16  Como para o santuário, fez pequenas cadeias, colocou-as no cimo das colunas, e suspendeu nelas cem romãs.

17  E levantou as colunas diante do templo, uma à direita, e outra à esquerda; e chamou o nome da que estava à direita Jaquim, e o nome da que estava à esquerda Boaz.

17  E levantou as colunas diante do templo, uma à direita, e outra à esquerda; e chamou o nome da que estava à direita Jaquim, e o nome da que estava à esquerda Boaz.

17  Então levantou as colunas na frente do templo, uma ao sul, outra ao norte; à que ficava ao sul deu o nome de Jaquim, e à que ficava ao norte, Boaz.

17  Erigiu as colunas diante do templo, uma à direita e a outra à esquerda; a que estava à direita chamou-lhe Jaquim, e a que estava à esquerda, chamou-lhe Boaz.

17  Levantou colunas, uma à direita e outra à esquerda da fachada do templo: chamou à da direita Jaquim e à da esquerda Boaz.

 
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