A vaidade dos bens terrestres. Só DEUS salva da morte | ||||
1 Ouvi isto, vós todos os povos; inclinai os ouvidos, todos os moradores do mundo, | 1 Ouvi isto, vós todos os povos; inclinai os ouvidos, todos os habitantes do mundo, | 1 Ouçam isto vocês, todos os povos; escutem, todos os que vivem neste mundo, | 1 Ouvi isto, todos os povos; Dai ouvidos, todos os habitantes do mundo: | 1 Escutai, povos todos; atendei, todos vós que habitais a terra, |
2 Tanto baixos como altos, tanto ricos como pobres. | 2 quer humildes quer grandes, tanto ricos como pobres. | 2 gente do povo, homens importantes, ricos e pobres igualmente: | 2 Tanto plebeus, como de alta estirpe, Juntamente os ricos e os pobres. | 2 humildes e poderosos, tanto ricos como pobres. |
3 A minha boca falará de sabedoria, e a meditação do meu coração será de entendimento. | 3 A minha boca falará a sabedoria, e a meditação do meu coração será de entendimento. | 3 A minha boca falará com sabedoria; a meditação do meu coração trará entendimento. | 3 A minha boca falará sabedoria; De entendimento será a meditação do meu coração. | 3 Dirão os meus lábios palavras de sabedoria, e o meu coração meditará pensamentos profundos. |
4 Inclinarei os meus ouvidos a uma parábola; declararei o meu enigma na harpa. | 4 Inclinarei os meus ouvidos a uma parábola; decifrarei o meu enigma ao som da harpa. | 4 Inclinarei os meus ouvidos a um provérbio; com a harpa exporei o meu enigma: | 4 Inclinarei o meu ouvido a uma parábola, Ao som da harpa declararei o meu enigma. | 4 Ouvirei, atento, as sentenças inspiradas por Deus; depois, ao som da lira, explicarei meu oráculo. |
5 Por que temerei eu nos dias maus, quando me cercar a iniqüidade dos que me armam ciladas? | 5 Por que temeria eu nos dias da adversidade, ao cercar-me a iniqüidade dos meus perseguidores, | 5 Por que deverei temer quando vierem dias maus, quando inimigos traiçoeiros me cercarem, | 5 Por que hei de eu temer nos dias de adversidade, Quando me cercar a iniqüidade dos que me perseguem, | 5 Por que ter medo nos dias de infortúnio, quando me cerca a malícia dos meus inimigos? |
6 Aqueles que confiam na sua fazenda, e se gloriam na multidão das suas riquezas, | 6 dos que confiam nos seus bens e se gloriam na multidão das suas riquezas? | 6 aqueles que confiam em seus bens e se gabam de suas muitas riquezas? | 6 Dos que confiam na sua fazenda, E se gloriam na multidão das suas riquezas? | 6 Eles confiam em seus bens, e se vangloriam das grandes riquezas. |
7 Nenhum deles de modo algum pode remir a seu irmão, ou dar a Deus o resgate dele | 7 Nenhum deles de modo algum pode remir a seu irmão, nem por ele dar um resgate a Deus, | 7 Homem algum pode redimir seu irmão ou pagar a Deus o preço de sua vida, | 7 Nenhum deles pode de maneira alguma remir a seu irmão, Nem por ele dar um resgate a Deus | 7 Mas nenhum homem a si mesmo pode salvar-se, nem pagar a Deus o seu resgate. |
8 (Pois a redenção da sua alma é caríssima, e cessará para sempre), | 8 {pois a redenção da sua vida é caríssima, de sorte que os seus recursos não dariam;} | 8 pois o resgate de uma vida não tem preço. Não há pagamento que o livre | 8 (Pois custa demais a remissão da vida deles, E esta tentativa tem de ser abandonada para sempre), | 8 Caríssimo é o preço da sua alma, jamais conseguirá |
9 Para que viva para sempre, e não veja corrupção. | 9 para que continuasse a viver para sempre, e não visse a cova. | 9 para que viva para sempre e não sofra decomposição. | 9 Para que continuasse a viver perpetuamente, E para que não visse a cova. | 9 prolongar indefinidamente a vida e escapar da morte, |
10 Porque ele vê que os sábios morrem; perecem igualmente tanto o louco como o brutal, e deixam a outros os seus bens. | 10 Sim, ele verá que até os sábios morrem, que perecem igualmente o néscio e o estúpido, e deixam a outros os seus bens. | 10 Pois todos podem ver que os sábios morrem, como perecem o tolo e o insensato e para outros deixam os seus bens. | 10 Pois vê-se que os sábios morrem, O estulto e o estúpido juntos perecem, E deixam a outros a sua fazenda. | 10 porque ele verá morrer o sábio, assim como o néscio e o insensato, deixando a outrem os seus bens. |
11 O seu pensamento interior é que as suas casas serão perpétuas e as suas habitações de geração em geração; dão às suas terras os seus próprios nomes. | 11 O pensamento íntimo deles é que as suas casas são perpétuas e as suas habitações de geração em geração; dão às suas terras os seus próprios nomes. | 11 Seus túmulos serão suas moradas para sempre, suas habitações de geração em geração, ainda que tenham dado seus nomes a terras. | 11 O seu pensamento íntimo é que as suas casas permanecerão para sempre, E as suas moradas para todas as gerações; Eles dão às suas terras os seus próprios nomes. | 11 O túmulo será sua eterna morada, sua perpétua habitação, ainda que tenha dado a regiões inteiras o seu nome, |
12 Todavia o homem que está em honra não permanece; antes é como os animais, que perecem. | 12 Mas o homem, embora esteja em honra, não permanece; antes é como os animais que perecem. | 12 O homem, mesmo que muito importante, não vive para sempre; é como os animais, que perecem. | 12 O homem, porém, não permanece em dignidade: Antes é semelhante aos animais que perecem. | 12 pois não permanecerá o homem que vive na opulência: ele é semelhante ao gado que se abate. |
13 Este caminho deles é a sua loucura; contudo a sua posteridade aprova as suas palavras. (Selá.) | 13 Este é o destino dos que confiam em si mesmos; o fim dos que se satisfazem com as suas próprias palavras. | 13 Este é o destino dos que confiam em si mesmos, e dos seus seguidores, que aprovam o que eles dizem. Pausa | 13 Este é o caminho dos que confiam em si mesmos, E o dos que os seguem, aplaudindo o que eles dizem. (Selá) | 13 Este é o destino dos que estultamente em si confiam, tal é o fim dos que só vivem em delícias. |
14 Como ovelhas são postos na sepultura; a morte se alimentará deles e os retos terão domínio sobre eles na manhã, e a sua formosura se consumirá na sepultura, a habitação deles. | 14 Como ovelhas são arrebanhados ao Seol; a morte os pastoreia; ao romper do dia os retos terão domínio sobre eles; e a sua formosura se consumirá no Seol, que lhes será por habitação. | 14 Como ovelhas, estão destinados à sepultura, e a morte lhes servirá de pastor. Pela manhã os justos triunfarão sobre eles! A aparência deles se desfará na sepultura, longe das suas gloriosas mansões. | 14 Como ovelhas são encurralados no Cheol, A morte os pastoreia. Os justos dominam sobre eles de manhã, A sua formosura, consumi-la-á o Cheol, Para não ter mais lugar onde habite. | 14 Como um rebanho serão postos no lugar dos mortos; a morte é seu pastor e os justos dominarão sobre eles. Depressa desaparecerão suas figuras, a região dos mortos será sua morada. |
15 Mas Deus remirá a minha alma do poder da sepultura, pois me receberá. (Selá.) | 15 Mas Deus remirá a minha alma do poder do Seol, pois me receberá. | 15 Mas Deus redimirá a minha vida da sepultura e me levará para si. Pausa | 15 Mas Deus remirá a minha alma do poder do Cheol, Pois ele me receberá. (Selá) | 15 Deus, porém, livrará minha alma da habitação dos mortos, tomando-me consigo. |
16 Não temas, quando alguém se enriquece, quando a glória da sua casa se engrandece. | 16 Não temas quando alguém se enriquece, quando a glória da sua casa aumenta. | 16 Não se aborreça quando alguém se enriquece e aumenta o luxo de sua casa; | 16 Não temas, quando alguém se enriquecer, Quando for aumentada a glória da sua casa: | 16 Não temas quando alguém se torna rico, quando aumenta o luxo de sua casa. |
17 Porque, quando morrer, nada levará consigo, nem a sua glória o acompanhará. | 17 Pois, quando morrer, nada levará consigo; a sua glória não descerá após ele. | 17 pois nada levará consigo quando morrer; não descerá com ele o seu esplendor. | 17 Porque, quando morrer, não levará coisa alguma; A sua glória não descerá após ele. | 17 Em morrendo, nada levará consigo, nem sua fortuna descerá com ele aos infernos. |
18 Ainda que na sua vida ele bendisse a sua alma; e os homens te louvarão, quando fizeres bem a ti mesmo, | 18 Ainda que ele, enquanto vivo, se considera feliz e os homens o louvam quando faz o bem a si mesmo, | 18 Embora em vida ele se parabenize: "Todos o elogiam, pois você está prosperando", | 18 Ainda que ele, enquanto vivo, abençoou a sua alma (Os homens te louvam, enquanto fazes o bem a ti mesmo), | 18 Ainda que em vida a si se felicitasse: Hão de te aplaudir pelos bens que granjeaste. |
19 Irá para a geração de seus pais; eles nunca verão a luz. | 19 ele irá ter com a geração de seus pais; eles nunca mais verão a luz | 19 ele se juntará aos seus antepassados, que nunca mais verão a luz. | 19 Irá ter com a geração de seus pais, Os quais não verão mais a luz. | 19 Ele irá para a companhia de seus pais, que nunca mais verão a luz. |
20 O homem que está em honra, e não tem entendimento, é semelhante aos animais, que perecem. | 20 Mas o homem, embora esteja em honra, não permanece; antes é como os animais que perecem. | 20 O homem, mesmo que muito importante, não tem entendimento; é como os animais, que perecem. | 20 O homem, revestido de dignidade, mas sem entendimento, É semelhante aos animais que perecem. | 20 O homem que vive na opulência e não reflete é semelhante ao gado que se abate. |
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