Súplica em prol de libertação | ||||
1 Livra-me, meu Deus, dos meus inimigos, defende-me daqueles que se levantam contra mim. | 1 Livra-me, Deus meu, dos meus inimigos; protege-me daqueles que se levantam contra mim. | 1 Livra-me dos meus inimigos, ó Deus; põe-me fora do alcance dos meus agressores. | 1 Livra-me dos meus inimigos, Deus meu; Põe-me acima do alcance dos que se levantam contra mim. | 1 Livrai-me, ó meu Deus, dos meus inimigos, defendei-me dos meus adversários. |
2 Livra-me dos que praticam a iniqüidade, e salva-me dos homens sanguinários. | 2 Livra-me do que praticam a iniqüidade, e salva-me dos homens sanguinários. | 2 Livra-me dos que praticam o mal e salva-me dos assassinos. | 2 Livra-me dos que obram a iniqüidade, E salva-me dos homens sanguinários. | 2 Livrai-me dos que praticam o mal, salvai-me dos homens sanguinários. |
3 Pois eis que põem ciladas à minha alma; os fortes se ajuntam contra mim, não por transgressão minha ou por pecado meu, ó SENHOR. | 3 Pois eis que armam ciladas à minha alma; os fortes se ajuntam contra mim, não por transgressão minha nem por pecado meu, ó Senhor. | 3 Vê como ficam à minha espreita! Homens cruéis conspiram contra mim, sem que eu tenha cometido qualquer delito ou pecado, ó Senhor. | 3 Pois eis que estão de emboscada à minha alma; Reúnem-se contra mim os fortes, Não por transgressão minha nem por pecado meu, ó Jeová. | 3 Vede: armam ciladas para me tirar a vida, homens poderosos conspiram contra mim. |
4 Eles correm, e se preparam, sem culpa minha; desperta para me ajudares, e olha. | 4 Eles correm, e se preparam, sem culpa minha; desperta para me ajudares, e olha. | 4 Mesmo que de nada eu tenha culpa, eles se preparam às pressas para atacar-me. Levanta-te para ajudar-me; olha para a situação em que me encontro! | 4 Estou sem culpa, mas eles correm e se apercebem: Desperta, para vires ao meu encontro, e olha. | 4 Senhor, não há em mim crime nem pecado. Sem que eu tenha culpa, eles acorrem e atacam. Despertai-vos, vinde para mim e vede, |
5 Tu, pois, ó SENHOR, Deus dos Exércitos, Deus de Israel, desperta para visitares todos os gentios; não tenhas misericórdia de nenhum dos pérfidos que praticam a iniqüidade. (Selá.) | 5 Tu, ó Senhor, Deus dos exércitos, Deus de Israel, desperta para punir todas as nações; não tenhas misericórdia de nenhum dos pérfidos que praticam a iniqüidade. | 5 Ó Senhor, Deus dos Exércitos, ó Deus de Israel! Desperta para castigar todas as nações; não tenhas misericórdia dos traidores perversos. Pausa | 5 Tu, Jeová dos exércitos, Deus de Israel, Levanta-te para punires todas as nações: Não te compadeças de nenhum dos que traiçoeiramente obram a iniqüidade. (Selá) | 5 porque vós, Senhor dos exércitos, sois o Deus de Israel. Erguei-vos para castigar esses pagãos, não tenhais misericórdia desses pérfidos. |
6 Voltam à tarde; dão ganidos como cães, e rodeiam a cidade. | 6 Eles voltam à tarde, uivam como cães, e andam rodeando a cidade. | 6 Eles voltam ao cair da tarde, rosnando como cães e rondando a cidade. | 6 Eles voltam de tarde, uivam como um cão, E andam rodeando a cidade. | 6 Eles voltam todas as noites, latindo como cães, e percorrem a cidade toda. |
7 Eis que eles dão gritos com as suas bocas; espadas estão nos seus lábios, porque, dizem eles: Quem ouve? | 7 Eis que eles soltam gritos; espadas estão nos seus lábios; porque {pensam eles}, quem ouve? | 7 Vê que ameaças saem de suas bocas; seus lábios são como espadas, e dizem: "Quem nos ouvirá? " | 7 Eis que soltam as suas bocas, Nos seus lábios há espadas. Pois quem, dizem eles, é o que ouve? | 7 Eis que se jactam à boca cheia, tendo nos lábios só injúrias, e dizem: Pois quem é que nos ouve? |
8 Mas tu, SENHOR, te rirás deles; zombarás de todos os gentios; | 8 Mas tu, Senhor, te rirás deles; zombarás de todas as nações. | 8 Mas tu, Senhor, vais rir deles; caçoarás de todas aquelas nações. | 8 Mas tu, Jeová, te rirás deles, Zombarás de todas as nações. | 8 Mas vós, Senhor, vos rides deles, zombais de todos os pagãos. |
9 Por causa da sua força eu te aguardarei; pois Deus é a minha alta defesa. | 9 Em ti, força minha, esperarei; pois Deus é o meu alto refúgio. | 9 Ó tu, minha força, por ti vou aguardar; tu, ó Deus, és o meu alto refúgio. | 9 Em ti, força minha, esperarei; Pois Deus é meu alto refúgio. | 9 Ó vós que sois a minha força, é para vós que eu me volto. Porque vós, ó Deus, sois a minha defesa. |
10 O Deus da minha misericórdia virá ao meu encontro; Deus me fará ver o meu desejo sobre os meus inimigos. | 10 O meu Deus com a sua benignidade virá ao meu encontro; Deus me fará ver o meu desejo sobre os meus inimigos. | 10 O meu Deus fiel virá ao meu encontro e permitirá que eu triunfe sobre os meus inimigos. | 10 Meu Deus com sua benignidade me virá ao encontro, Deus me fará ver o meu desejo sobre os meus inimigos. | 10 Ó meu Deus, vós sois todo bondade para mim. Venha Deus em meu auxílio, faça-me deleitar pela perda de meus inimigos. |
11 Não os mates, para que o meu povo não se esqueça; espalha-os pelo teu poder, e abate-os, ó Senhor, nosso escudo. | 11 Não os mates, para que meu povo não se esqueça; espalha-os pelo teu poder, e abate-os ó Senhor, escudo nosso. | 11 Mas não os mates, ó Senhor, nosso escudo, se não, o meu povo o esquecerá. Em teu poder faze-os vaguearem, e abate-os. | 11 Não os mates, para que o meu povo não se esqueça; Dispersa-os pelo teu poder, e derruba-os, Jeová, escudo nosso. | 11 Destruí-os, ó meu Deus, para que não percam o meu povo; conturbai-os, abatei-os com vosso poder, ó Deus, nosso escudo. |
12 Pelo pecado da sua boca e pelas palavras dos seus lábios, fiquem presos na sua soberba, e pelas maldições e pelas mentiras que falam. | 12 Pelo pecado da sua boca e pelas palavras dos seus lábios fiquem presos na sua soberba. Pelas maldições e pelas mentiras que proferem, | 12 Pelos pecados de suas bocas, pelas palavras de seus lábios, sejam apanhados em seu orgulho. Pelas maldições e mentiras que pronunciam, | 12 Pelo pecado da sua boca, pelas palavras dos seus lábios, Sejam eles ilaqueados na sua soberba, E pelas execrações e mentiras que proferem. | 12 Cada palavra de seus lábios é um pecado. Que eles, surpreendidos em sua arrogância, sejam as vítimas de suas próprias calúnias e maldições. |
13 Consome-os na tua indignação, consome-os, para que não existam, e para que saibam que Deus reina em Jacó até aos fins da terra. (Selá.) | 13 consome-os na tua indignação; consome-os, de modo que não existem mais; para que saibam que Deus reina sobre Jacó, até os confins da terra. | 13 consome-os em tua ira, consome-os até que não mais existam. Então se saberá até os confins da terra que Deus governa Jacó. Pausa | 13 Consome-os com indignação, Consome-os, para que não existam mais, E saibam eles que Deus reina em Jacó, Até os confins da terra. (Selá) | 13 Destruí-os em vossa cólera, destruí-os para que não subsistam, para que se saiba que Deus reina em Jacó e até os confins da terra. |
14 E tornem a vir à tarde, e dêem ganidos como cães, e cerquem a cidade. | 14 Eles tornam a vir à tarde, uivam como cães, e andam rodeando a cidade; | 14 Eles voltam ao cair da tarde, rosnando como cães, e rondando a cidade. | 14 Tornem a vir de tarde, uivem como um cão, E andem rodeando a cidade! | 14 Todas as noites eles voltam, latindo como cães, rondando pela cidade toda. |
15 Vagueiem para cima e para baixo por mantimento, e passem a noite sem se saciarem. | 15 vagueiam buscando o que comer, e resmungam se não se fartarem. | 15 À procura de comida perambulam e, se não ficam satisfeitos, uivam. | 15 Quanto a eles, andarão vagueando à cata de comer, E se não se fartarem, passarão a noite toda. | 15 Vagueiam em busca de alimento; não se fartando, eles se põem a uivar. |
16 Eu, porém, cantarei a tua força; pela manhã louvarei com alegria a tua misericórdia; porquanto tu foste o meu alto refúgio, e proteção no dia da minha angústia. | 16 Eu, porém, cantarei a tua força; pela manhã louvarei com alegria a tua benignidade, porquanto tens sido para mim uma fortaleza, e refúgio no dia da minha angústia. | 16 Mas eu cantarei louvores à tua força, de manhã louvarei a tua fidelidade; pois tu és o meu alto refúgio, abrigo seguro nos tempos difíceis. | 16 Mas quanto a mim, cantarei a tua fortaleza, Sim com júbilo celebrarei pela manhã a tua benignidade, Pois tens sido para mim uma alta torre E refúgio no dia da minha angústia. | 16 Eu, porém, cantarei vosso poder, e desde o amanhecer celebrarei vossa bondade. Porque vós sois o meu amparo, um refúgio no dia da tribulação. |
17 A ti, ó fortaleza minha, cantarei salmos; porque Deus é a minha defesa e o Deus da minha misericórdia. | 17 A ti, ó força minha, cantarei louvores; porque Deus é a minha fortaleza, é o Deus que me mostra benignidade. | 17 Ó minha força, canto louvores a ti; tu és, ó Deus, o meu alto refúgio, o Deus que me ama. | 17 A ti, força minha, cantarei louvores; Porque Deus é minha alta torre, o Deus da minha benignidade. combateu com Arão-Naaraim e com Arão-Zobá; e Joabe voltou, e feriu de Edom no Vale do Sal, doze mil homens | 17 Ó vós, que sois a minha força, a vós, meu Deus, cantarei salmos porque sois minha defesa. Ó meu Deus, vós sois todo bondade para mim. |
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