Versões Gênesis 41 Livros

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Rev. Impr. Bíblica

N. V. Internacional

S. Bíb. Britânica

V. Católica

José interpreta os sonhos de Faraó

1  E aconteceu que, ao fim de dois anos inteiros, Faraó sonhou, e eis que estava em pé junto ao rio.

1  Passados dois anos inteiros, Faraó sonhou que estava em pé junto ao rio Nilo;

1  Ao final de dois anos, o faraó teve um sonho: Ele estava em pé junto ao rio Nilo,

1  Passados dois anos inteiros, teve Faraó um sonho; e eis que estava em pé junto ao Nilo.

1  Dois anos depois, o faraó teve um sonho: encontrava-se ele perto do Nilo,

2  E eis que subiam do rio sete vacas, formosas à vista e gordas de carne, e pastavam no prado.

2  e eis que subiam do rio sete vacas, formosas à vista e gordas de carne, e pastavam no carriçal.

2  quando saíram do rio sete vacas belas e gordas, que começaram a pastar entre os juncos.

2  Subiam do Nilo sete vacas, formosas à vista e gordas de carne, que pastavam no carriçal.

2  de onde saíram sete vacas belas e gordas, que se puseram a pastar a verdura.

3  E eis que subiam do rio após elas outras sete vacas, feias à vista e magras de carne; e paravam junto às outras vacas na praia do rio.

3  Após elas subiam do rio outras sete vacas, feias à vista e magras de carne; e paravam junto às outras vacas à beira do Nilo.

3  Depois saíram do rio mais sete vacas, feias e magras, que foram para junto das outras, à beira do Nilo.

3  Depois delas subiam do Nilo outras sete vacas, feias à vista e magras de carne, que estavam paradas juntos às outras à beira do Nilo.

3  Mas, eis que saíram em seguida do mesmo Nilo sete outras vacas, feias e magras, que vieram e se puseram ao lado das outras na margem do rio.

4  E as vacas feias à vista e magras de carne, comiam as sete vacas formosas à vista e gordas. Então acordou Faraó.

4  E as vacas feias à vista e magras de carne devoravam as sete formosas à vista e gordas. Então Faraó acordou.

4  Então as vacas feias e magras comeram as sete vacas belas e gordas. Nisso o faraó acordou.

4  As vacas feias à vista e magras de carne comiam as sete vacas formosas à vista e gordas. Então acordou Faraó.

4  As vacas feias e magras devoraram as sete vacas belas e gordas. E o faraó despertou.

5  Depois dormiu e sonhou outra vez, e eis que brotavam de um mesmo pé sete espigas cheias e boas.

5  Depois dormiu e tornou a sonhar; e eis que brotavam dum mesmo pé sete espigas cheias e boas.

5  Tornou a adormecer e teve outro sonho: Sete espigas de trigo, graúdas e boas, cresciam no mesmo pé.

5  Depois adormeceu e sonhou outra vez: saíam duma só cana sete espigas gradas e boas.

5  Adormeceu de novo e teve outro sonho: sete espigas grossas e belas saíam de uma mesma haste.

6  E eis que sete espigas miúdas, e queimadas do vento oriental, brotavam após elas.

6  Após elas brotavam sete espigas miúdas e queimadas do vento oriental;

6  Depois brotaram outras sete espigas, mirradas e ressequidas pelo vento leste.

6  Depois delas nasciam sete espigas delgadas e queimadas do vento oriental.

6  Mas eis que em seguida germinaram sete outras espigas, magras e ressequidas pelo vento do oriente.

7  E as espigas miúdas devoravam as sete espigas grandes e cheias. Então acordou Faraó, e eis que era um sonho.

7  e as espigas miúdas devoravam as sete espigas grandes e cheias. Então Faraó acordou, e eis que era um sonho.

7  As espigas mirradas engoliram as sete espigas graúdas e cheias. Então o faraó acordou; era um sonho.

7  As espigas delgadas devoravam as sete espigas gradas e cheias. Então acordou Faraó e eis que era um sonho.

7  E as espigas magras devoraram as sete espigas grossas e cheias. E o faraó despertou: era um sonho.

8  E aconteceu que pela manhã o seu espírito perturbou-se, e enviou e chamou todos os adivinhadores do Egito, e todos os seus sábios; e Faraó contou-lhes os seus sonhos, mas ninguém havia que lhos interpretasse.

8  Pela manhã o seu espírito estava perturbado; pelo que mandou chamar todos os adivinhadores do Egito, e todos os seus sábios. Faraó contou-lhes os seus sonhos, mas não havia quem lhos interpretasse. Estavam no cárcere da casa de seu senhor, dizendo vossos semblantes tão tristes hoje?

8  Pela manhã, perturbado, mandou chamar todos os magos e sábios do Egito e lhes contou os sonhos, mas ninguém foi capaz de interpretá-los.

8  De manhã achava-se perturbado o seu espírito; e mandou chamar todos os magos do Egito e todos os seus sábios. Faraó contou-lhes o seu sonho, porém não havia quem lhos interpretasse.

8  Chegada a manhã, o faraó com o espírito preocupado, mandou chamar todos os mágicos e sábios do Egito. Contou-lhes seus sonhos, mas nenhum deles soube explicá-los.

9  Então falou o copeiro-mor a Faraó, dizendo: Das minhas ofensas me lembro hoje:

9  Então disse o copeiro-mor a Faraó: Das minhas faltas me lembro hoje:

9  Então o chefe dos copeiros disse ao faraó: "Hoje me lembro de minhas faltas.

9  Então disse o copeiro-mor a Faraó: Hoje vou confessar as minhas ofensas:

9  Então o copeiro-mor disse-lhe: "Vou confessar a minha falta.

10  Estando Faraó muito indignado contra os seus servos, e pondo-me sob prisão na casa do capitão da guarda, a mim e ao padeiro-mor,

10  Faraó estava muito indignado contra os seus servos, e entregou-me à prisão na casa do capitão da guarda, a mim e ao padeiro chefe.

10  Certa vez o faraó ficou irado com os seus dois servos e mandou prender-me junto com o chefe dos padeiros, na casa do capitão da guarda.

10  Tendo-se irado Faraó com os seus servos, mandou meter-me a mim e ao padeiro-mor em detenção na casa do capitão da guarda.

10  Um dia, tendo-se o faraó irado contra os seus servos, mandou-me meter na prisão em casa do chefe da guarda, com o padeiro-mor.

11  Então tivemos um sonho na mesma noite, eu e ele; sonhamos, cada um conforme a interpretação do seu sonho.

11  Então tivemos um sonho na mesma noite, eu e ele, e cada sonho com sua própria interpretação.

11  Certa noite cada um de nós teve um sonho, e cada sonho tinha uma interpretação.

11  Tivemos um sonho na mesma noite, eu e ele; sonhamos cada um conforme a interpretação do seu sonho.

11  Eis que uma noite tivemos nós dois um sonho, cada um o seu.

12  E estava ali conosco um jovem hebreu, servo do capitão da guarda, e contamos-lhe os nossos sonhos e ele no-los interpretou, a cada um conforme o seu sonho.

12  Estava ali conosco um moço hebreu, servo do capitão da guarda, e contamos-lhe os sonhos, e ele interpretou os nossos sonhos, a cada um interpretou conforme o seu sonho.

12  Pois bem, havia lá conosco um jovem hebreu, servo do capitão da guarda. Contamos a ele os nossos sonhos, e ele os interpretou, dando a cada um de nós a interpretação do seu próprio sonho.

12  Achava-se ali um mancebo hebreu, servo do capitão da guarda; contamos-lhe os nossos sonhos, e ele nô-los interpretou; a cada um conforme o seu sonho os interpretou.

12  Ora, estava lá conosco um jovem hebreu, escravo do chefe da guarda. Contamos-lhe nossos sonhos, e ele no-los interpretou, a cada um o seu.

13  E como ele nos interpretou, assim aconteceu; a mim me foi restituído o meu cargo, e ele foi enforcado.

13  E conforme a sua interpretação, assim mesmo aconteceu: eu fui restituído ao meu cargo, e ele foi enforcado.

13  E tudo aconteceu conforme ele nos dissera: eu fui restaurado à minha posição e o outro foi enforcado".

13  Assim aconteceu, como ele nô-los interpretou: eu fui restituído ao meu cargo, e ele foi enforcado.

13  E os acontecimentos confirmaram sua interpretação: eu fui restabelecido no meu cargo, e o outro foi pendurado."

14  Então mandou Faraó chamar a José, e o fizeram sair logo do cárcere; e barbeou-se e mudou as suas roupas e apresentou-se a Faraó.

14  Então Faraó mandou chamar a José, e o fizeram sair apressadamente da masmorra. Ele se barbeou, mudou de roupa e apresentou-se a Faraó.

14  O faraó mandou chamar José, que foi trazido depressa do calabouço. Depois de se barbear e trocar de roupa, apresentou-se ao faraó.

14  Mandou Faraó chamar a José, e fizeram-lhe sair apressadamente da masmorra. Ele se barbeou, mudou a roupa e foi apresentar-se a Faraó.

14  O faraó mandou chamar José, o qual foi, imediatamente, tirado do cárcere. Ele barbeou-se, trocou de roupas e apresentou-se diante do faraó.

15  E Faraó disse a José: Eu tive um sonho, e ninguém há que o interprete; mas de ti ouvi dizer que quando ouves um sonho o interpretas.

15  Disse Faraó a José: Eu tive um sonho e não há quem o interprete. Mas de ti ouvi dizer que, ouvindo contar um sonho, podes interpretá-lo.

15  O faraó disse a José: "Tive um sonho que ninguém consegue interpretar. Mas ouvi falar que você, ao ouvir um sonho, é capaz de interpretá-lo".

15  Disse Faraó a José. Tive um sonho e não há quem o possa interpretar. Ouvi dizer de ti que, quando ouves um sonho, podes interpretá-lo.

15  Este disse-lhe: "Tive um sonho que ninguém pôde interpretar. Mas ouvi dizer de ti, que basta contar-te um sonho para que tu o expliques."

16  E respondeu José a Faraó, dizendo: Isso não está em mim; Deus dará resposta de paz a Faraó.

16  Respondeu José a Faraó: Isso não está em mim, mas Deus é que dará uma resposta de paz a Faraó.

16  Respondeu-lhe José: "Isso não depende de mim, mas Deus dará ao faraó uma resposta favorável".

16  Respondeu-lhe José: De modo nenhum; Deus há de dar a Faraó uma resposta de paz.

16  "Não sou eu, respondeu José, mas é Deus quem dará ao faraó uma explicação favorável."

17  Então disse Faraó a José: Eis que em meu sonho estava eu em pé na margem do rio,

17  Então disse Faraó a José: Em meu sonho eu estava em pé à beira do rio Nilo,

17  Então o faraó contou o sonho a José: "Sonhei que estava de pé, à beira do Nilo,

17  Disse Faraó a José: Eis que em meu sonho estava eu em pé à beira do Nilo.

17  O faraó disse então a José: "Em meu sonho, eu estava à margem do Nilo,

18  E eis que subiam do rio sete vacas gordas de carne e formosas à vista, e pastavam no prado.

18  e subiam do rio sete vacas gordas e formosas à vista, e pastavam entre os juncos.

18  quando saíram do rio sete vacas, belas e gordas, que começaram a pastar entre os juncos.

18  subiam do Nilo sete vacas gordas de carne e formosas à vista que pastavam no carriçal;

18  e eis que do Nilo saíram sete vacas gordas e belas, que se puseram a pastar a verdura.

19  E eis que outras sete vacas subiam após estas, muito feias à vista e magras de carne; não tenho visto outras tais, quanto à fealdade, em toda a terra do Egito.

19  Após elas subiam outras sete vacas, fracas, muito feias à vista e magras de carne, tão feias quais nunca vi em toda terra do Egito.

19  Depois saíram outras sete, raquíticas, muito feias e magras. Nunca vi vacas tão feias em toda a terra do Egito.

19  depois delas subiam outras sete vacas, fracas, mui feias de parecer e magras de carne, tão ruins, que nunca as vi tais em toda a terra do Egito.

19  E saíram em seguida sete outras vacas magras, feias e disformes, como jamais vi em todo o Egito.

20  E as vacas magras e feias comiam as primeiras sete vacas gordas;

20  As vacas magras e feias devoravam as primeiras sete vacas gordas.

20  As vacas magras e feias comeram as sete vacas gordas que tinham aparecido primeiro.

20  As vacas magras e ruins comiam as primeiras sete vacas gordas;

20  As vacas magras e feias devoraram as sete primeiras, as gordas,

21  E entravam em suas entranhas, mas não se conhecia que houvessem entrado; porque o seu parecer era feio como no princípio. Então acordei.

21  Mas depois de as terem consumido, não se podia reconhecer que as houvessem consumido; a sua aparência era tão feia como no princípio. Então acordei.

21  Mesmo depois de havê-las comido, não parecia que o tivessem feito, pois continuavam tão magras como antes. Então acordei.

21  e depois das terem consumido, não se podia saber que as tinham consumido; pois o seu aspecto era tão feio como no princípio. Então acordei.

21  que entraram em seu ventre como se nada fossem, pois ficaram tão macilentas e feias como antes. Nesta altura despertei.

22  Depois vi em meu sonho, e eis que de um mesmo pé subiam sete espigas cheias e boas;

22  Depois vi, em meu sonho, que de um mesmo pé subiam sete espigas cheias e boas.

22  "Depois tive outro sonho: Vi sete espigas de cereal, cheias e boas, que cresciam num mesmo pé.

22  Depois vi em meu sonho, e eis que duma só cana saíam sete espigas cheias e boas,

22  E tive outro sonho: vi elevar-se de uma mesma haste sete espigas cheias e belas.

23  E eis que sete espigas secas, miúdas e queimadas do vento oriental, brotavam após elas.

23  Após elas brotavam sete espigas secas, miúdas e queimadas do vento oriental.

23  Depois delas, brotaram outras sete, murchas e mirradas, ressequidas pelo vento leste.

23  e depois delas nasciam sete espigas murchas, delgadas e queimadas do vento oriental,

23  Mas eis que sete outras espigas medíocres, finas e queimadas pelo vento do oriente, germinaram em seguida;

24  E as sete espigas miúdas devoravam as sete espigas boas. E eu contei isso aos magos, mas ninguém houve que mo interpretasse.

24  As sete espigas miúdas devoravam as sete espigas boas. Contei-o aos magos, mas não houve quem o interpretasse.

24  As espigas magras engoliram as sete espigas boas. Contei isso aos magos, mas ninguém foi capaz de explicá-lo".

24  e as espigas delgadas devoravam as sete espigas boas. Contei-o aos magos, porém não houve quem mo pudesse explicar.

24  e as espigas magras engoliram as sete belas espigas. Em vão contei tudo isto aos mágicos; nenhum deles pôde dar-me a explicação".

25  Então disse José a Faraó: O sonho de Faraó é um só; o que Deus há de fazer, mostrou-o a Faraó.

25  Então disse José a Faraó: O sonho de Faraó é um só. O que Deus há de fazer, notificou-o a Faraó.

25  "O faraó teve um único sonho", disse-lhe José. "Deus revelou ao faraó o que ele está para fazer.

25  Respondeu-lhe José: O sonho de Faraó é um só; manifestou Deus a Faraó o que está para fazer.

25  José disse ao faraó: "O {duplo} sonho do faraó reduz-se a um só. Deus revelou ao faraó o que ele vai fazer.

26  As sete vacas formosas são sete anos, as sete espigas formosas também são sete anos, o sonho é um só.

26  As sete vacas boas são sete anos, e as sete espigas boas também são sete anos; o sonho é um só.

26  As sete vacas boas são sete anos, e as sete espigas boas são também sete anos; trata-se de um único sonho.

26  As sete vacas boas são sete anos, e as sete espigas boas são sete anos: o sonho é um só.

26  As sete belas vacas são sete anos, e as sete belas espigas, igualmente, sete anos; o sonho é um só.

27  E as sete vacas feias à vista e magras, que subiam depois delas, são sete anos, e as sete espigas miúdas e queimadas do vento oriental, serão sete anos de fome.

27  As sete vacas magras e feias que subiam após as primeiras, são sete anos, como as sete espigas miúdas e queimadas do vento oriental: são sete anos de fome.

27  As sete vacas magras e feias que surgiram depois das outras, e as sete espigas mirradas, queimadas pelo vento leste, são sete anos. Serão sete anos de fome.

27  Também as sete vacas magras e ruins que subiam depois delas são sete anos, e as sete espigas vazias e queimadas do vento oriental serão sete anos de fome.

27  As sete vacas magras e feias que saíram em seguida são também sete anos; e as sete espigas vazias e queimadas pelo vento do oriente serão sete anos de miséria.

28  Esta é a palavra que tenho dito a Faraó; o que Deus há de fazer, mostrou-o a Faraó.

28  Esta é a palavra que eu disse a Faraó: o que Deus há de fazer mostro-o a Faraó.

28  "É exatamente como eu disse ao faraó: Deus mostrou ao faraó aquilo que ele vai fazer.

28  É isto o que eu disse a Faraó; manifestou Deus a Faraó o que está para fazer.

28  É como eu disse ao faraó: Deus lhe revela o que vai fazer.

29  E eis que vêm sete anos, e haverá grande fartura em toda a terra do Egito.

29  Vêm sete anos de grande fartura em toda terra do Egito.

29  Sete anos de muita fartura estão para vir sobre toda a terra do Egito,

29  Eis que vêm sete anos de grande abundância por toda a terra do Egito;

29  Haverá sete anos de grande abundância para todo o Egito.

30  E depois deles levantar-se-ão sete anos de fome, e toda aquela fartura será esquecida na terra do Egito, e a fome consumirá a terra;

30  Depois deles levantar-se-ão sete anos de fome, e toda aquela fartura será esquecida na terra do Egito, e a fome consumirá a terra.

30  mas depois virão sete anos de fome. Então todo o tempo de fartura será esquecido, pois a fome arruinará a terra.

30  e a estes seguirão sete anos de fome. Toda aquela abundância será esquecida na terra do Egito, e a fome consumirá a terra;

30  Virão em seguida sete anos de miséria que farão esquecer toda a abundância no Egito. A fome devastará o país.

31  E não será conhecida a abundância na terra, por causa daquela fome que haverá depois; porquanto será gravíssima.

31  Não será conhecida a abundância na terra, por causa daquela fome que seguirá; porquanto será gravíssima.

31  A fome que virá depois será tão rigorosa que o tempo de fartura não será mais lembrado na terra.

31  não será conhecida a abundância na terra por causa daquela fome que seguirá, porque será gravíssima.

31  E a abundância do país não será mais notada, por causa da fome que se seguirá, porque será violenta.

32  E que o sonho foi repetido duas vezes a Faraó, é porque esta coisa é determinada por Deus, e Deus se apressa em fazê-la.

32  Ora, se o sonho foi duplicado a Faraó, é porque esta coisa é determinada por Deus, e ele brevemente a fará.

32  O sonho veio ao faraó duas vezes porque a questão já foi decidida por Deus, que se apressa em realizá-la.

32  O sonho de Faraó foi repetido duas vezes, porque a coisa é estabelecida por Deus, e ele a fará brevemente.

32  Se o sonho se repetiu duas vezes ao faraó, é que a coisa está bem decretada da parte de Deus, que vai apressar-se em executá-la.

33  Portanto, Faraó previna-se agora de um homem entendido e sábio, e o ponha sobre a terra do Egito.

33  Portanto, proveja-se agora Faraó de um homem entendido e sábio, e o ponha sobre a terra do Egito.

33  "Procure agora o faraó um homem criterioso e sábio e coloque-o no comando da terra do Egito.

33  Agora se proveja Faraó de um homem entendido e sábio, e o ponha sobre a terra do Egito.

33  Agora, pois, escolha o rei um homem sábio e prudente para pô-lo à testa do país.

34  Faça isso Faraó e ponha governadores sobre a terra, e tome a quinta parte da terra do Egito nos sete anos de fartura,

34  Faça isto Faraó: nomeie administradores sobre a terra, que tomem a quinta parte dos produtos da terra do Egito nos sete anos de fartura;

34  O faraó também deve estabelecer supervisores para recolher um quinto da colheita do Egito durante os sete anos de fartura.

34  Faça isso Faraó: nomeie administradores sobre a terra, e tome a quinta parte dos frutos da terra do Egito nos sete anos de abundância.

34  Nomeie também o faraó administradores no país, que recolham a quinta parte das colheitas do Egito, durante os sete anos de abundância.

35  E ajuntem toda a comida destes bons anos, que vêm, e amontoem o trigo debaixo da mão de Faraó, para mantimento nas cidades, e o guardem.

35  e ajuntem eles todo o mantimento destes bons anos que vêm, e amontoem trigo debaixo da mão de Faraó, para mantimento nas cidades e o guardem;

35  Eles deverão recolher o que puderem nos anos bons que virão e fazer estoques de trigo que, sob o controle do faraó, serão armazenados nas cidades.

35  Ajuntem os administradores toda a colheita destes bons anos que vêm, recolham o trigo debaixo do poder de Faraó para mantimento nas cidades, e o guardem.

35  Eles ajuntarão todos os produtos destes bons anos que vêm, e armazenarão o trigo nas cidades, à disposição do faraó como provisões a conservar.

36  Assim será o mantimento para provimento da terra, para os sete anos de fome, que haverá na terra do Egito; para que a terra não pereça de fome.

36  assim será o mantimento para provimento da terra, para os sete anos de fome, que haverá na terra do Egito; para que a terra não pereça de fome.

36  Esse estoque servirá de reserva para os sete anos de fome que virão sobre o Egito, para que a terra não seja arrasada pela fome. "

36  Assim o mantimento será para o provimento da terra nos sete anos da fome que haverá na terra do Egito; para que não pereça a terra por causa da fome.

36  Estes mantimentos formarão para o país uma reserva em previsão dos sete anos de fome que assolarão o Egito. Dessa forma o país não será arruinado pela fome."

José interpreta os sonhos de Faraó

37  E esta palavra foi boa aos olhos de Faraó, e aos olhos de todos os seus servos.

37  Esse parecer foi bom aos olhos de Faraó, e aos olhos de todos os seus servos.

37  O plano pareceu bom ao faraó e a todos os seus conselheiros.

37  O conselho pareceu bom aos olhos de Faraó e aos olhos de todos os seus servos.

37  Essas palavras agradaram o faraó e toda a sua gente.

38  E disse Faraó a seus servos: Acharíamos um homem como este em quem haja o espírito de Deus?

38  Perguntou, pois, Faraó a seus servos: Poderíamos achar um homem como este, em quem haja o espírito de Deus?

38  Por isso o faraó lhes perguntou: "Será que vamos achar alguém como este homem, em quem está o espírito divino? "

38  Perguntou Faraó aos seus servos: Porventura poderemos achar um homem como este, em quem há o espírito de Deus?

38  "Poderíamos, disse-lhes ele, encontrar um homem que tenha, tanto como este, o espírito de Deus?"

39  Depois disse Faraó a José: Pois que Deus te fez saber tudo isto, ninguém há tão entendido e sábio como tu.

39  Depois disse Faraó a José: Porquanto Deus te fez saber tudo isto, ninguém há tão entendido e sábio como tu.

39  Disse, pois, o faraó a José: "Uma vez que Deus lhe revelou todas essas coisas, não há ninguém tão criterioso e sábio como você.

39  Disse Faraó a José: Visto que Deus te fez saber tudo isto, ninguém há tão entendido e sábio como tu.

39  E disse em seguida a José: "Pois que Deus te revelou tudo isto, não haverá ninguém tão prudente e tão sábio como tu.

40  Tu estarás sobre a minha casa, e por tua boca se governará todo o meu povo, somente no trono eu serei maior que tu.

40  Tu estarás sobre a minha casa, e por tua voz se governará todo o meu povo; somente no trono eu serei maior que tu.

40  Você terá o comando de meu palácio, e todo o meu povo se sujeitará às suas ordens. Somente em relação ao trono serei maior que você".

40  Tu estarás sobre a minha casa, e à tua voz obedecerá todo o meu povo; somente no trono serei eu maior que tu.

40  Tu mesmo serás posto à frente de toda a minha casa, e todo o meu povo obedecerá à tua palavra: só o trono me fará maior do que tu."

41  Disse mais Faraó a José: Vês aqui te tenho posto sobre toda a terra do Egito.

41  Disse mais Faraó a José: Vê, eu te hei posto sobre toda a terra do Egito.

41  E o faraó prosseguiu: "Entrego a você agora o comando de toda a terra do Egito".

41  Disse mais Faraó a José: Vê, eu te hei posto sobre toda a terra do Egito.

41  "Vês, disse-lhe ainda, eis que te ponho à testa de todo o Egito."

42  E tirou Faraó o anel da sua mão, e o pós na mão de José, e o fez vestir de roupas de linho fino, e pôs um colar de ouro no seu pescoço.

42  E Faraó tirou da mão o seu anel-sinete e pô-lo na mão de José, vestiu-o de traje de linho fino, e lhe pôs ao pescoço um colar de ouro.

42  Em seguida o faraó tirou do dedo o seu anel de selar e o colocou no dedo de José. Mandou-o vestir linho fino e colocou uma corrente de ouro em seu pescoço.

42  Faraó tirou da mão o seu anel de selar e pô-lo na mão de José, fez-lhe vestir vestidos de linho fino e pôs-lhe à roda do pescoço um colar de ouro.

42  E o faraó, tirando o anel de sua mão, pôs na mão de José; e o fez revestir-se de vestes de linho fino e meteu-lhe ao pescoço um colar de ouro.

43  E o fez subir no segundo carro que tinha, e clamavam diante dele: Ajoelhai. Assim o pôs sobre toda a terra do Egito.

43  Ademais, fê-lo subir ao seu segundo carro, e clamavam diante dele: Ajoelhai-vos. Assim Faraó o constituiu sobre toda a terra do Egito.

43  Também o fez subir em sua segunda carruagem real, e à frente os arautos iam gritando: "Abram caminho! " Assim José foi colocado no comando de toda a terra do Egito.

43  Fê-lo subir ao seu segundo carro, e clamavam diante dele: Ajoelhai-vos. Ele o constituiu sobre toda a terra do Egito.

43  E, fazendo-o montar no segundo dos seus carros, mandou que se clamasse diante dele: "Ajoelhai-vos!" É assim que ele foi posto à frente de todo o Egito,

44  E disse Faraó a José: Eu sou Faraó; porém sem ti ninguém levantará a sua mão ou o seu pé em toda a terra do Egito.

44  Ainda disse Faraó a José: Eu sou Faraó; sem ti, pois, ninguém levantará a mão ou o pé em toda a terra do Egito.

44  Disse ainda o faraó a José: "Eu sou o faraó, mas sem a sua palavra ninguém poderá levantar a mão nem o pé em todo o Egito".

44  Ainda disse Faraó a José: Eu sou Faraó, e sem a tua ordem não levantará ninguém mão ou pé em toda a terra do Egito.

44  e o faraó disse-lhe: "Sou eu o faraó: sem tua permissão não se moverá a mão nem o pé em toda a terra do Egito."

45  E Faraó chamou a José de Zafenate-Panéia, e deu-lhe por mulher a Azenate, filha de Potífera, sacerdote de Om; e saiu José por toda a terra do Egito.

45  Faraó chamou a José Zafnate-Paneã, e deu-lhe por mulher Asenate, filha de Potífera, sacerdote de Om. Depois saiu José por toda a terra do Egito.

45  O faraó deu a José o nome de Zafenate-Panéia e lhe deu por mulher Azenate, filha de Potífera, sacerdote de Om. Depois José foi inspecionar toda a terra do Egito.

45  Faraó chamou a José Zafenate-Panéia, e deu-lhe por mulher Azenate, filha de Potífera, sacerdote de Om. Saiu José a percorrer a terra do Egito.

45  O faraó chamou a José Tsafenat-Paneac, e deu-lhe por mulher Asenet, filha de Putifar, sacerdote de On.

46  E José era da idade de trinta anos quando se apresentou a Faraó, rei do Egito. E saiu José da presença de Faraó e passou por toda a terra do Egito.

46  Ora, José era da idade de trinta anos, quando se apresentou a Faraó, rei do Egito. E saiu José da presença de Faraó e passou por toda a terra do Egito.

46  José tinha trinta anos de idade quando começou a servir ao faraó, rei do Egito. Ele se ausentou da presença do faraó e foi percorrer todo o Egito.

46  José era da idade de trinta anos, quando se apresentou a Faraó, rei do Egito. Saiu José da presença de Faraó e passou por toda a terra do Egito.

46  José tinha trinta anos quando se apresentou diante do faraó, o rei do Egito. Ele retirou-se da casa do faraó e percorreu todo o país.

47  E nos sete anos de fartura a terra produziu abundantemente.

47  Durante os sete anos de fartura a terra produziu com abundância;

47  Durante os sete anos de fartura a terra teve grande produção.

47  Durante os sete anos de abundância produziu a terra a mãos cheias.

47  A terra produziu abundantemente durante os sete anos de fertilidade.

48  E ele ajuntou todo o mantimento dos sete anos, que houve na terra do Egito; e guardou o mantimento nas cidades, pondo nas mesmas o mantimento do campo que estava ao redor de cada cidade.

48  e José ajuntou todo o mantimento dos sete anos, que houve na terra do Egito, e o guardou nas cidades; o mantimento do campo que estava ao redor de cada cidade, guardou-o dentro da mesma.

48  José recolheu todo o excedente dos sete anos de fartura no Egito e o armazenou nas cidades. Em cada cidade ele armazenava o trigo colhido nas lavouras das redondezas.

48  Durante estes sete anos que houve na terra do Egito ajuntou José todo o mantimento, e o guardou nas cidades; o mantimento do campo que estava ao redor de cada cidade, o guardou dentro da mesma.

48  José ajuntou todo o produto destes sete anos no Egito e os pôs em reserva nas cidades, e os mantimentos dos campos que estavam ao redor de cada cidade, guardou-os na mesma cidade.

49  Assim ajuntou José muitíssimo trigo, como a areia do mar, até que cessou de contar; porquanto não havia numeração.

49  Assim José ajuntou muitíssimo trigo, como a areia do mar, até que cessou de contar; porque não se podia mais contá-lo.

49  Assim José estocou muito trigo, como a areia do mar. Tal era a quantidade que ele parou de anotar, porque ia além de toda medida.

49  Recolheu José trigo como a areia do mar em grande abundância, até que cessou de contar; porque a cópia excedia toda a medida.

49  José ajuntou trigo como a areia do mar, em tal quantidade que se não podia contar, pois que ela excedia a toda a medida.

50  E nasceram a José dois filhos (antes que viesse um ano de fome), que lhe deu Azenate, filha de Potífera, sacerdote de Om.

50  Antes que viesse o ano da fome, nasceram a José dois filhos, que lhe deu Asenate, filha de Potífera, sacerdote de Om.

50  Antes dos anos de fome, Azenate, filha de Potífera, sacerdote de Om, deu a José dois filhos.

50  Antes que viessem os anos da fome, nasceram dois filhos a José, os quais lhe deu Azenate, filha de Potífera, sacerdote de Om.

50  Antes que viesse o ano de fome, nasceram a José dois filhos, que lhe deu Asenet, filha de Putifar, sacerdote de On.

51  E chamou José ao primogênito Manassés, porque disse: Deus me fez esquecer de todo o meu trabalho, e de toda a casa de meu pai.

51  E chamou José ao primogênito Manassés; porque disse: Deus me fez esquecer de todo o meu trabalho, e de toda a casa de meu pai.

51  Ao primeiro, José deu o nome de Manassés, dizendo: "Deus me fez esquecer todo o meu sofrimento e toda a casa de meu pai".

51  Chamou José ao primogênito Manassés, pois disse: Deus me fez esquecer de todo o meu trabalho e de toda a casa de meu pai.

51  José chamou ao primeiro Manassés, "porque, dizia ele, Deus fez-me esquecer de todo o meu trabalho e de toda a minha família."

52  E ao segundo chamou Efraim; porque disse: Deus me fez crescer na terra da minha aflição.

52  Ao segundo chamou Efraim; porque disse: Deus me fez crescer na terra da minha aflição.

52  Ao segundo filho chamou Efraim, dizendo: "Deus me fez prosperar na terra onde tenho sofrido".

52  Ao segundo chamou Efraim, pois disse: Deus me fez crecer na terra da minha aflição.

52  Chamou ao segundo Efraim, "porque, disse ele, Deus tornou-me fecundo na terra de minha aflição."

53  Então acabaram-se os sete anos de fartura que havia na terra do Egito.

53  Acabaram-se, então, os sete anos de fartura que houve na terra do Egito;

53  Assim chegaram ao fim os sete anos de fartura no Egito,

53  Acabaram-se os sete anos de abundância, que houve na terra do Egito,

53  Tendo acabado os sete anos de abundância que houve no Egito,

54  E começaram a vir os sete anos de fome, como José tinha dito; e havia fome em todas as terras, mas em toda a terra do Egito havia pão.

54  e começaram a vir os sete anos de fome, como José tinha dito; e havia fome em todas as terras; porém, em toda a terra do Egito havia pão.

54  e começaram os sete anos de fome, como José tinha predito. Houve fome em todas as terras, mas em todo o Egito havia alimento.

54  e começaram a vir os sete anos de fome, como José tinha dito. Havia fome em todas as terras, mas em toda a terra do Egito havia pão.

54  os sete anos de miséria começaram, assim como o tinha predito José. A fome assolou todos os países, mas havia pão em toda a terra do Egito.

55  E tendo toda a terra do Egito fome, clamou o povo a Faraó por pão; e Faraó disse a todos os egípcios: Ide a José; o que ele vos disser, fazei.

55  Depois toda a terra do Egito teve fome, e o povo clamou a Faraó por pão; e Faraó disse a todos os egípcios: Ide a José; o que ele vos disser, fazei.

55  Quando todo o Egito começou a sofrer com a fome, o povo clamou ao faraó por comida, e este respondeu a todos os egípcios: "Dirijam-se a José e façam o que ele disser".

55  Tendo toda a terra do Egito fome, clamou pedindo pão a Faraó; e Faraó disse a todos os egípcios: Ide a José; fazei tudo o que ele vos disser.

55  Em seguida houve fome também no Egito, e o povo clamou ao faraó pedindo pão. Este disse a todos os egípcios: "Ide a José, e fazei o que ele vos disser."

56  Havendo, pois, fome sobre toda a terra, abriu José tudo em que havia mantimento, e vendeu aos egípcios; porque a fome prevaleceu na terra do Egito.

56  De modo que, havendo fome sobre toda a terra, abriu José todos os depósitos, e vendia aos egípcios; porque a fome prevaleceu na terra do Egito.

56  Quando a fome já se havia espalhado por toda a terra, José mandou abrir os locais de armazenamento e começou a vender trigo aos egípcios, pois a fome se agravava em todo o Egito.

56  Havendo, pois, fome sobre toda a terra, abriu José todos os celeiros e vendia aos egípcios. A fome prevaleceu na terra do Egito.

56  Como a fome assolasse toda a terra, José abriu todos os celeiros e vendeu víveres aos egípcios. Mas a penúria cresceu no Egito.

57  E de todas as terras vinham ao Egito, para comprar de José; porquanto a fome prevaleceu em todas as terras.

57  Também de todas as terras vinham ao Egito, para comprarem de José; porquanto a fome prevaleceu em todas as terras.

57  E de toda a terra vinha gente ao Egito para comprar trigo de José, porquanto a fome se agravava em toda parte.

57  Vinham todas as terras ao Egito, para comprarem de José, porque a fome prevaleceu em todo o mundo.

57  E de toda a terra vinha-se ao Egito comprar trigo a José, porque a fome era violenta em toda a terra.

 
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